quinta-feira, 7 de março de 2013

A poluição no Rio São Francisco

A poluição no Rio São Francisco

Utilizados como fonte de renda os rios brasileiros estão alcançandos altos níveis de poluição, o que tem causado danos aos animais e a população ribeirinha.

Em trechos do Rio São Francisco é possível notar alguns traços da poluição. Muitas cidades ainda não possuem saneamento básico e seus detritos são derramados nas águas do Velho Chico, assim como resíduos industrias.

Os altos índices de coliformes fecais e substâncias tóxicas como o sulfeto, combinações de enxofre com outros elementos químicos, já são apontados como risco para a população, que pode se contaminar e desenvolver doenças, e para os animais que podem até morrer.

Rio São Francisco está com altos níveis de poluição

Fonte: Blog do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco

Jogar óleo de fritura na rede de esgoto pode gerar multa


07/03/13, 17:13
Jogar óleo de fritura na rede de esgoto agora dá multa de R$ 2,4 mil
Lei da deputada Margarete Coelho (PP) foi sancionada pelo governador Wilson Martins (PSB).

A partir de agora, jogar gordura ou óleo de fritura na rede de coleta de esgoto pode dar multa de até R$ 2,4 mil. O projeto de lei da deputada estadual Margarete Coelho (PP) foi sancionado pelo governador Wilson Martins (PSB) e publicado no Diário Oficial do Piauí na última quarta-feira (6).

A lei estabelece que é vedado lançar óleo de qualquer natureza ou gordura vegetal hidrogenada, utilizados na fritura de alimentos. Além de poluírem o meio ambiente, os óleos provocam o entupimento da rede coletora de esgoto.

Agora, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos e a empresa Água e Esgotos do Piauí S/A (Agespisa) terão de criar um cadastro das empresas que utilizam esses produtos. Estas deverão receber autorização da Agespisa, ou órgão municipal competente, para manipular os resíduos e dar destinação que não prejudique o meio ambiente.

O projeto sancionado prevê acesso livre dos funcionários dos órgãos públicos envolvidos nos estabelecimentos para aplicação da lei, podendo ser acionada a polícia, se necessário, para garantir a fiscalização.

Quem infringir a lei pode sofrer multa de 500 UFIR-PI, equivalente hoje a R$ 1,2 mil. Em caso de reincidência, a pena é dobrada e o estabelecimento poluidor poderá ser fechado por tempo indeterminado até se readequar.

Óleo jogado na pia entope canos da rede de esgoto e polui o meio ambiente

Fonte: Portal Cidade Verde

Emissões de CO2 teve grande alta em 2012


Emissões de CO2 têm grande alta em 2012
José Eduardo Mendonça - 07/03/2013 às 09:37

A quantidade de dióxido de carbono no ar subiu dramaticamente em 2012, tornando muito improvável que se consiga manter o aquecimento global abaixo dos 2Cº até o final do século – como esperavam cientistas e líderes mundiais.

Cientistas afirmam que o problema é a queima de mais combustíveis fósseis, principalmente na China. Os níveis subiram em 2.67 partes por milhão (ppm) desde 2011, chegando a 395 ppm, disse Pieter Tanso, que lidera as mensuraçõs de gases estufa da Associação Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) dos EUA.

Este é o segundo maior aumento em emissões de carbono desde que as mensurações começaram a ser registradas, em 1959. Elas são feitas a partir de amostras de ar coletadas longe da civilização, perto de um vulcão em Mauna Loa, no Havaí.

Mais usinas de energia a carvão, especialmente no mundo em desenvolvimento, são a principal razão da elevação de emissões – que têm caído nos Estados Unidos e na Europa. Ao mesmo tempo, as plantas e os oceanos que absorvem normalmente parte do CO2, no ano passado o fizeram em quantidade menor que a média.

Para se fazer uma comparação com os dados atuais, os níveis globais de carbono cresceram apenas 2 partes por milhão de 2000 a 2010, e menos de 1 parte por milhão nos anos 1960.

Existe um “orçamento” limitado de carbono que o mundo pode jogar na atmosfera para ainda manter uma chance razoável de manter o aumento abaixo de 2Cº: 565 gigatoneladas até 2050 para manter as chances em 75%. Nas tendências atuais, este orçamento estará esgotado em 16 anos, relata o Think Progress.

O nível normal de emissões de CO2 é de 350 ppm

Fonte: Planeta Sustentável

quarta-feira, 6 de março de 2013

Presidente do PV é eleito presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara


06/03/2013 - 11h51
Penna é eleito presidente da Comissão de Meio Ambiente

O deputado ambientalista Penna (PV-SP) acaba de ser eleito presidente da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável para esta sessão legislativa, ou seja, até fevereiro de 2014. O colegiado também elegeu o deputado Sarney Filho (PV-MA) como 1º vice-presidente, (sic) e Antônio Roberto (PV-MG) como 3º vice.

Perfil
Presidente nacional do Partido Verde desde 1988, Penna assumiu prometendo conciliação. “Manterei o espírito de negociação, buscando o conforto para debates às vezes tão acirrados, mas buscando o melhor para o futuro do Brasil”.

Músico, ator, cantor e compositor, José Luiz de França Penna participa de diversas comissões das áreas sociais e culturais e integra as frentes parlamentares Ambientalista, de Apoio aos Povos Indígenas, e de Apoio à Cultura. 

Como vereador de São Paulo, Penna foi presidente das comissões de Administração Pública e Extraordinária Permanente do Meio Ambiente. 

Entre seus trabalhos profissionais, foi ator da peça Arena Conta Zumbi, da Cia de Teatro de Gianfrancesco Guarnieri e escreveu o livro "Crônicas: guia da Vila Madalena". É membro fundador da Comissão Pró-Índio de São Paulo.

O novo presidente já marcou a próxima reunião da comissão para a próxima quarta-feira (13), às 10 horas, no Plenário 12.

Ambientalista Hugo Prado (PV-PI) e dep. fed. Penna (PV-SP)

Penna apoia campanha a favor da Serra Vermelha (PI)

Fonte: Câmara dos Deputados

terça-feira, 5 de março de 2013

Plástico biodegradável é criado a partir de seiva de árvore


05.03.13 - 16:25:33.
Ouro verde
por Giovanni Tonussi


Um pesquisador da Universidade da Carolina do Sul, o Chuanbing Tang, desenvolveu uma maneira de transformar os fluidos naturais das árvores em plástico.

Essa é uma descoberta que poderia mudar o rumo da sustentabilidade. O plástico gerado a partir da seiva de pinheiros é biodegradável, e dispensa completamente o uso do petróleo na fabricação.

O experimento foi premiado pela sociedade científica dos Estados Unidos, e até recebeu incentivos para ser aprimorado. O problema para que o plástico sustentável seja um forte concorrente no mercado é a resistência do material, que é menor do que o plástico convencional.

Por isso a meta do pesquisador é agora deixar o plástico ainda mais forte, e assim substituir também os combustíveis fósseis usados atualmente.

Foto: Mariusz Prusaczyk

segunda-feira, 4 de março de 2013

Aterros poderá aumentar a emissão de metano

ALERTA AO GOVERNO BRASILEIRO
Substituir lixões por aterros aumentará emissão de metano
De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, todos os lixões do Brasil devem ser substituídos por aterros sanitários até 2014. A medida garante que o lixo produzido no país, finalmente, tenha destinação correta, mas aumenta a emissão de metano no ar, acendendo o debate a respeito da oportunidade de produzir eletricidade a partir de biogás no Brasil.

Débora Spitzcovsky
Planeta Sustentável - 04/03/2013

Considerado um gás 25 vezes mais potente do que o CO2, quando o assunto é a contribuição para o efeito estufa, o metano está cada vez mais presente no ar que respiramos. Dados da Iniciativa Global do Metano (GMI) apontam que a concentração do gás aumentou nos países em desenvolvimento nos últimos 260 anos e, principalmente, a partir de 2007 por conta do crescimento da produção e descarte de resíduos sólidos – entre outras atividades, como a agricultura e pecuária.

No Brasil, esse cenário pode piorar ainda mais. Isso porque a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), sancionada em 2010, determina, entre outras mudanças, que até o ano de 2014 todos os lixões do país devem ser fechados e substituídos por aterros sanitários. "A medida é de suma importância, uma vez que garantirá a destinação correta do lixo produzido no país, mas aumentará a emissão de gás metano", alertou Christopher Godlove, da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, durante palestra no evento de lançamento do Manual de Boas Práticas no Planejamento para a Gestão dos Resíduos Sólidos.

O especialista explica por quê. "Ao mandarmos os resíduos sólidos para locais que possuem condições mais adequadas para recebê-los, como os aterros sanitários, favorecemos sua decomposição e, consequentemente, aumentamos a liberação de metano, proveniente da degeneração anaeróbia de matéria orgânica", esclareceu. 

A informação serve de alerta para os governos do país, que devem começar a pensar desde já em alternativas para o problema. Para Godlove, a melhor delas é capturar o biogás para utilizá-los na produção de eletricidade. "É uma fonte abundante, já que o metano é emitido 24 horas por dia, sete dias por semana, nos aterros. No entanto, deve-se ter em mente que a produção de energia elétrica por biogás não tem potencial para ser parte expressiva da nossa matriz. Trata-se de uma boa fonte de energia local, que pode servir como backup", explicou o especialista. 

Segundo o Atlas Brasileiro de Emissões de GEE e Potencial Energético na Destinação de Resíduos Sólidos, da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), o Brasil tem potencial para produzir mais de 280 megawatts de energia a partir do biogás capturado em unidades de destinação de resíduos sólidos. O volume seria suficiente para abastecer uma população de cerca de 1,5 milhão de pessoas.

No Estado de São Paulo, já existem duas usinas de metano implantadas nos aterros sanitários Bandeirantes e São João, localizados nas cidades de Perus e São Mateus. De acordo com o Atlas da Abrelpe, o Brasil conta com 22 projetos que preveem o aproveitamento energético do biogás, sendo que a maioria deles é destinado à região sudeste. "Para aumentar esse número, é interessante que haja subsídio do governo. Não se trata de uma regra, cada caso é um caso, mas no geral aterros sanitários que tenham mais de 500 mil toneladas de resíduos sólidos são promissores para o desenvolvimento de projetos de geração de energia elétrica", concluiu Godlove.

Lixão

Fonte: Planeta Sustentável

Volta da Ararinha-azul à natureza pode virar realidade

Eduardo Pegurier
04 de Março de 2013

Ela foi personagem da animação “Rio”, com o personagem Blu. Agora, as verdadeiras ararinhas tem uma chance de voltar a morar na Caatinga.

Acesse o podcast clicando no link abaixo
http://www.oeco.com.br/podcast/26949-volta-da-ararinha-azul-a-natureza-pode-virar-realidade

Fonte: O eco Podcast